Somos o resultado da visão pioneira de nossa fundadora, a economista Luciana Chinaglia Quintão, e a soma de esforços de cidadãos, empresas e indústrias alimentícias dedicadas a reduzir o desperdício de alimentos e a combater a fome.

Fundada em 1998, a ONG Banco de Alimentos é uma associação civil que recolhe alimentos que já perderam valor de prateleira no comércio e indústria, mas ainda estão aptos para consumo, e os distribui onde são mais necessários. No lugar de descartar legumes, massas, frutas, entre outros, os parceiros doam os excedentes à ONG que repassa tudo às entidades sociais cadastradas no projeto. Essa distribuição permite a complementação nutricional de refeições servidas para milhares de crianças, jovens, adultos e idosos na cidade de São Paulo, todos os dias.

Visão

Todo ser humano é cocriador da realidade. Somos todos corresponsáveis por tudo que está à nossa volta, individual ou coletivamente.

Missão

Ser modelo e multiplicador na conscientização da sociedade quanto ao seu papel de protagonista e fazer com que um número cada vez maior de pessoas se alimente em quantidade e com qualidade suficientes para um bom desenvolvimento humano.

Propósito

Minimizar os efeitos da fome por meio do combate ao desperdício de alimentos e promover educação e conscientização da cidadania visando o fim das várias “fomes” – de alimentos, educação, moradia, saúde e justiça social.

Valores

·    Verdade

·    Ética

·    Excelência

·    Respeito à vida, à natureza e às pessoas

·    Trabalho em equipe

·    Responsabilidade pelos resultados

·    Responsabilidade pelo todo

Alimentando a inclusão social

Nossas ações tratam em conjunto o problema da fome e da exclusão social. A distribuição dos alimentos satisfaz a necessidade básica, enquanto as ações educativas promovem um maior aproveitamento dos nutrientes fornecidos, possibilitando uma alimentação mais saborosa e balanceada. A melhoria na saúde favorece o desenvolvimento psicomotor das pessoas assistidas, criando condições para sua inserção na sociedade e no setor produtivo. O ciclo da fome é interrompido, o ciclo da inclusão social é favorecido.

Palavra da Presidente

“Sempre disse que somos nós que fazemos a realidade à nossa volta. Como parte de uma sociedade interconectada, cada um de nós pode fazer escolhas que possibilitem construir um país com mais justiça social e sustentabilidade. Escolhi criar a ONG Banco de Alimentos, em 1998, para combater a fome e o desperdício de alimentos, em um clima de perseverança e atitude construtiva, alertando e educando sobre o papel de todos na construção da realidade que queremos ter. A fome mata, mas a indiferença mata mais."

Houve avanços, mas ainda somos uma nação em que 54,7 milhões de brasileiros vivem em situação de insegurança alimentar, sem acesso regular a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente para uma vida saudável. Entre eles, 6,4 milhões estão em insegurança alimentar grave, em situação de fome (IBGE, PNAD, 2024). E a fome tem cor, gênero e local: atinge principalmente as mulheres, os negros e as regiões Norte e Nordeste, estampando claramente a sua causa principal: a desigualdade. Comida não falta; o que falta é acesso da população à alimentação adequada.

Para ajudar a mudar essa realidade, a ONG Banco de Alimentos continua inabalável no cumprimento de suas ações: distribuir alimentos a pessoas em vulnerabilidade; combater o desperdício; minimizar prejuízos ao meio ambiente; agir rapidamente diante de situações de emergência climática; ampliar a consciência das pessoas para a causa; colaborar com as empresas em ideais de ESG; formar estudantes para a disseminação de práticas alimentares saudáveis e aproveitamento integral dos alimentos; e, por meio da educação, inspirar crianças e jovens a fazer escolhas que permitam construir um mundo melhor para todos no futuro.

Fazemos muito, mas a realidade exige que façamos mais. Fica aqui o meu convite para que mais doadores de alimentos, investidores sociais e pessoas de bem se envolvam com a nossa causa!”

Luciana Chinaglia Quintão
Fundadora e presidente da ONG Banco de Alimentos

Resultados Acumulados ONG Banco de Alimentos

Conheça nossos resultados de 1998 a 2025

0
MIL TONELADAS
DE ALIMENTOS entregues
0
MIL PESSOAS
beneficiadas diariamente
0

ANOS
tempo de existência

Time que torna possível a luta contra o desperdício e a fome.

Sabemos que sozinhos não conseguiremos vencer essa luta. Além do engajamento da sociedade civil, a ONG Banco de Alimentos conta com uma equipe de colaboradores que trabalha com coração e amor.

Luciana Chinaglia Quintão

Presidente
Bacharel em economia, mestre em administração de empresas e empreendedora social , pioneira no combate à fome e desperdício , economista e mestre em administração de empresas com formação Antroposófica.

Elenice Tomé

Gestora de DHO
Psicóloga, com especialização em Gestão de Pessoas e de Projetos. Facilitadora de Processos pelo Programa Germinar, com abordagem Antroposófica.
Gosto de pessoas e suas histórias. Poder contribuir com o desenvolvimento humano é minha paixão. 
Acredito que pessoas desenvolvidas constroem relações saudáveis, que contribuem na transformação social para um mundo mais equânime, justo e sustentável.

Marta Delpoio

Gestora de Desenvolvimento Institucional e Comunicação

Administradora de Empresas de formação, atuando na Captação de Recursos há mais de 20 anos. Gosta de estar em contato com a natureza, especialmente o mar!

Andrea Moraes

Projeto Inteligência Social

Nutricionista, pós-graduada em Saúde da Família.  Apaixonada pelos animais. Encantada pela natureza. Vegana. Adora música, autoconhecimento e espiritualidade. Em seu tempo livre, curte estar com sua família linda e fazer trabalho voluntário.

Cecilia Labate

Financeiro

Bancária com 25 anos de experiência. Adora estar em meio à natureza, bichos e plantas. Busca sempre estar em contato com a terra.

Cláudio Cui

Administrativo

Antes de tudo, esposo e pai. Gosta de lidar com pessoas e estudar diferentes assuntos. Sonha com um mundo de equidade, paz e justiça.

Gerolina Santana

Serviços Gerais

É quem cuida de todos os funcionários que trabalham na sede da ONG. Avó do Nicolas, adora praia, forró e músicas românticas.

Gilberto Gonçalves

Auxiliar

Jheimison Leme

Motorista

Sempre com sorriso no rosto, Jhey, como gosta de ser chamado, é divertido, gosta de conversar e de jogar bola.

Larissa Mortari

ASSISTÊNCIA SOCIAl

Assistente Social especialista na área de gerontologia. Encontrou no 3º setor sua verdadeira paixão. Mãe de gatinhos, ama viajar, futebol e estar entre amigos. Está sempre envolvida em alguma causa social ou trabalho voluntário.

Marcelo Domingues Oliva da Silva

Ajudante de Motorista

Tenho 23 anos, sou casado, tenho uma filha e 4 anos, minha maior felicidade.
Gosto muito de futebol nas minhas horas vagas, fico com a minha filha aos finais de semana e amo isso.
O trabalho na OBA é muito bom, trabalhar com a colheita e entregar alimentos as pessoas é muito gratificante, ainda mais com uma equipe de trabalho educada e com um motorista que me ajuda muito. Fui muito bem acolhido.

Marcos Vasques

Assistente de presidência

Sou formado em rotinas administrativas e acumulei experiência na gestão comercial ao longo dos anos. Atualmente, tenho o privilégio de contribuir ao lado da presidência como secretário. Valorizo muito meu tempo em família e busco constantemente estar em conexão com a natureza.

Neusa de Fatima Moura

Coordenação Técnica e Nutricional

Nutricionista formada na USP, pós-graduada em Obesidade e em Saúde Coletiva, cursando pós-graduação em Direitos Humanos, Responsabilidade Social e Cidadania Global. Atual Coordenadora Técnica e Nutricional da OBA e Conselheira do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional do município de São Paulo (COMUSAN). Seu objetivo maior é contribuir com a garantia da população ao Direito Humano à Alimentação Adequada e Saudável.

Rogerio Fernandes

Analista de Projetos

“Gosto de futebol, música, cinema e meu hobby é cozinhar. Gestor Financeiro de formação e empreendedor social por vocação. Tenho como missão de vida impactar a vida das pessoas. Amo minha família. Uma curiosidade, já sou avô.”